Comissões e Comitês - Gestão 2025/2026
Comissão de Assuntos Indígenas – CAI
Coordenação Colegiada:
Edviges Marta Ioris (UFSC)
Elaine Moreira (UnB)
Estêvão Martins Palitot (UFPB)
Joziléia Daniza Jagso Inacio Jacodsen Schild (UFSC)
Integrantes:
Alexandra Barbosa da Silva (UFPB)
Beatriz de Almeida Matos (UFPA-MPI)
Fabio Mura (UFPB)
Felipe Tuxá (UFBA)
Florêncio Vaz (UFOPA)
Katiane Silva (UFPA)
Luís Roberto de Paula (UFABC)
Maria Dorothea Post Darella (UFSC)
Mônica Thereza Soares Pechincha (UFG)
Pablo Tibor Quintero Mansilla (UFRGS)
Ricardo Verdum (Laced/MN)
Rute Anacé (UnB)
Stephen Grant Baines (UnB)
A defesa dos Direitos Humanos desde a perspectiva da antropologia no Brasil tem se dado a partir de múltiplas definições, conflitos e debates em torno das concepções que engendram o termo. Há mais de 20 anos, a Associação Brasileira de Antropologia, por meio de sua Comissão de Direitos Humanos, tem se dedicado a observar e contribuir em espaços, com pessoas e grupos articulados na luta pela ampliação e garantia de direitos. Nesse aspecto, temos percorrido esferas de reflexão significativas sobre sentidos, alcances, limites e/ou potencialidades dessa própria categoria, “direitos humanos”, mas sobretudo da análise e intervenção no campo dos “direitos humanos”. Como praticantes da antropologia, sabemos que os direitos humanos – sua definição e alcance – estão no centro de inúmeros embates políticos e que, em muitos contextos, acabam sendo veículos para discursos e intervenções etnocêntricas, não raras vezes violentas. Por outro lado, sabemos, também, que a universalização do conceito de Direitos Humanos tornou-se instrumento relevante para a produção de um espaço público democrático, indispensável ao exercício adequado de nossa prática profissional, num cenário marcado pelo desprezo aos direitos. Enfrentando a complexidade que é tratar de Direitos Humanos nos dias que correm, o intuito destaa Comissão é disputar simbólica e praticamente a luta pela ampliação dos direitos.
Vice-coordenação: Diogenes Cariaga (UEMS/MS)
Integrantes:
Adalton Marques (UNIVASF/ PE)
Ana Paula da Silva (UFF/RJ)
Débora Allebrandt (UFAL/AL)
Flavia Medeiros (UFSC/SC)
Flavia Melo (UFAM/AM)
Francirosy Campos (USP)
Helder Tacariju (UFDPar/PI)
Lucía Eilbaum (UFF/RJ)
Manuela Cordeiro (UFRR/RR)
Marianna Assunção Figueiredo Holanda (UnB/DF)
Paulo Victor Leite Lopes (UFRN/RN)
Atenta às políticas públicas nas áreas de Educação, Ciência e Tecnologia, tem se manifestado contra o desmonte de financiamentos à pesquisa e em relação às propostas que incidem sobre o ensino de temas antropológicos, como a BNCC.
Movida pela preocupação com as diversas formas de ensino-aprendizagem, a comissão busca recepcionar e provocar as pessoas associadas ao autoconhecimento das ações e práticas que realizamos no ensino do ofício da Antropologia. Abrindo novos espaços de atuação e interlocução, a comissão estará atenta ainda às pesquisas antropológicas sobre práticas educacionais, tanto em contextos formais quanto sobre outras aprendizagens, como as indígenas, artísticas e corporais que remetem a dinâmicas de elaboração de saberes e reconhecimento sociocultural.
Coordenação: Antonella Tassinari (UFSC)
Integrantes:
Denise Fagundes Jardim (UFRGS)
Elisete Schwade (UFRN)
Mylene Mizrahi (PUC-Rio)
Rodrigo Oliveira Braga Reis (UFAM)
Tonico Benites (FUNAI-Ponta Porã/MS)
Waldemir Rosa (UNILA)
Comissão de Ética
Coordenação: Maria Filomena Gregori (PPGAS/UNICAMP)
Integrantes:
Patricia Birman (UERJ)
Andréa Luisa Zhouri Laschefski (UFMG)
Felipe Tuxá (UFBA)
Luena Nascimento Nunes Pereira (UFRRJ)
A Comissão Editorial de Livros Científicos da ABA, a CELCA, atua no acompanhamento e na divulgação dos livros publicados com o selo ABA Publicações. Seus membros recebem as obras e analisam seu escopo, dialogam com os/as autores/as e, posteriormente, auxiliam na divulgação dos livros no âmbito da antropologia e fora dela.
A divulgação acontece por meio da disponibilização da obra no site da Associação Brasileira de Antropologia, na organização dos lançamentos de livros nos eventos científicos da área, na produção de webnários para sua apresentação, assim como em parcerias com outras iniciativas de difusão do conhecimento.
Na atual gestão da ABA, a CELCA é formada por membros de diferentes instituições e regiões do Brasil. Uma das diretrizes de sua atuação é buscar mecanismos para diversificar o perfil de autores e autoras das obras que recebem o selo da ABA Publicações, buscando representatividade em termos de raça, gênero e regionalidade.
Coordenação: Edimilson Rodrigues de Souza (Fames)
Vice-coordenação: Martina Ahlert (UFMA)
Integrantes:
André Dumans Guedes (UFF)
Clark Mangabeira Macedo (UFMT)
Edilene Coffaci de Lima (UFPR)
Felipe Tuxá (UFBA)
Michele Escoura Bueno (UFPA)
Rosana Maria Nascimento Castro Silva (UERJ)
Ao incentivar o intercâmbio entre diferentes experiências editoriais, a CEPCA contribui para o aprimoramento técnico e político do campo editorial na antropologia, valorizando a diversidade de formatos, abordagens e públicos.
Coordenação Colegiada:
Laura Moutinho (USP)
Mariane da Silva Pisani (UFPI)
Vinicius Kaue Ferreira (UERJ)
Integrantes:
Gisele Fonseca Chagas (UFF)
Matilde Quiroga Castellano (UFSC)
Stefania Capone (IRL/CNRS-USP)
Vinicius Venâncio (UFG)
A formação da Comissão Laicidade e Democracia parte do diagnóstico de que é crescente a presença da religião (instituições, atores, pautas, moralidades, controvérsias etc.) no espaço público; em grande medida, resultado do contexto cada vez mais plural no país. De modo geral, a laicidade é um valor político assumido discursivamente por diferentes atores (religiosos ou não) sendo seu conteúdo prático, contudo, um campo em intensa disputa. Liberdade de expressão, intolerância religiosa, moralidade pública, direitos sexuais, reprodutivos e de gênero, diferença cultural, representação política, conteúdos pedagógicos das escolas públicas, políticas de saúde – entre tantos outros assuntos – interpelam científica e politicamente a atividade antropológica. A Associação Brasileira de Antropologia, por meio desta Comissão, pretende atuar sobre estes e outros assuntos a partir da reflexão e valorização de princípios de laicidade e democracia em torno de dois grandes eixos: a) a relação entre o Estado e as religiões e b) o respeito à diversidade dos modos de vida (religiosos ou não).
Coordenação: Leonardo Oliveira de Almeida (UFC)
Vice-coordenação: Fátima Regina Gomes Tavares (UFBA)
Integrantes:
Christina Vital (UFF)
Clayton da Silva Guerreiro (UNICAMP)
Emerson Alessandro Giumbelli (UFRGS)
Hippolyte Brice Sogbossi (UFS)
Marcelo Camurça (UFJF)
Marcelo Tavares Natividade (UFRJ)
Mariana Ramos de Morais (Museu Nacional/UFRJ)
Naara Lúcia de Albuquerque Luna (UFRRJ)
Ronaldo Romulo Machado de Almeida (Unicamp/Cebrap)
Tatiane dos Santos Duarte (UnB)
O Comitê foi criado em 2021 e tem como objetivo fomentar debates a respeito do uso das tecnologias digitais na vida social e nas pesquisas antropológicas, além de apoiar e dar visibilidade a atividades de divulgação científica. Seu ponto de partida está na constatação do papel central ocupado pelas tecnologias digitais na vida cotidiana, o que traz desdobramentos políticos, sociais e culturais que precisam de constante atenção. Formado por pesquisadores e pesquisadoras com ampla experiência nestas discussões, o Comitê tem assessorado a diretoria da ABA em questões que envolvem a internet, com interesses que vão desde a utilização de plataformas de redes sociais, passando pelas discussões éticas do uso das tecnologias até a preocupação com as questões de segurança digital. Além disso, ao atuar na área de divulgação científica, tem buscado discutir boas práticas e alternativas para a visibilização dos trabalhos produzidos em antropologia, em especial, com o uso das tecnologias digitais. Nesse âmbito, se insere a criação do Prêmio de Divulgação Científica, que caminha para sua terceira edição em 2026.
Coordenação: Carolina Parreiras (USP)
Integrantes:
Ana Clara Sousa Damásio dos Santos (UnB)
André Secchieri Bailão (Casa de Osvaldo Cruz/Enciclopédia de Antropologia/USP)
Beatriz Klimeck Gouvêa Gama (University of California – San Diego)
Carly Barboza Machado (UFRRJ)
Daniela Tonelli Manica (Unicamp)
David Nemer (University of Virginia)
Edilson Sandro Pereira (UFRJ)
Horacio Federico Sívori
Irene do Planalto Chemin (Unicamp)
Lorena Mochel Reis (UFRRJ)
Matheus Gonçalves França (UFG)
Ramon Pereira dos Reis (UEPA)
Thais Farias Lassali (Unicamp)
O Comitê de Antropologia Visual (CAV), criado em 1999, fomenta debates fundamentais sobre a Antropologia Visual, Audiovisual e Multimodal no Brasil, articulando uma rede que tem formado gerações de pesquisadores e professores atuantes nos grupos de pesquisa e laboratórios da área em diferentes universidades no Brasil e no exterior. O compromisso do CAV é incitar e ensejar o reconhecimento da produção antropológica em linguagem audiovisual, contribuindo assim para o desenvolvimento da área, bem como apoiando os debates sobre o seu ensino e pesquisa. O Comitê, historicamente, tem atuado de forma articulada com grupos congêneres, como a Comissão de Imagem e Som da ANPOCS, além da Comissão Organizadora do Prêmio Pierre Verger da ABA e comitês e comissões internacionais de antropologia visual.
Coordenação colegiada:
Aina Guimarães Azevedo (UFPB)
Vi Grunvald (UFRGS)
Integrantes:
Alessandro Ricardo Pinto Campos (UFPA)
Alexsânder Nakaóka Elias (Unimontes)
Cornélia Eckert (UFRGS)
Daniele Borges Bezerra (UFPel)
Denise Machado Cardoso (UFPA)
Fabiana Bruno (Unicamp)
Katianne Almeida (UFG)
Lucas Coelho Pereira (UFPB)
Luis Felipe Kojima Hirano (UFG)
Patrícia dos Santos Pinheiro (UNILA)
Tatiana Helena Lotierzo Hirano (USP)
Consultoria:
Daniela Rodrigues (AMU/França)
Emílio Domingos (UFRJ)
Mariano Baez Landa (Ciesas/México)
Marta Cabrera (PUJ/Colômbia)
Takumã Kuikuro (Cineasta Independente)
O Comitê Cidadania, Violência e Gestão Estatal teve sua criação aprovada em 2019 e se organiza a partir da premissa de que as diversas formas de violência impostas por agentes e agências de Estado atravessam a vida social do país de modo historicamente estrutural e cotidiano. O encarceramento e a letalidade policial como tecnologias de gestão estatal devem ser pensados em relação estreita com diferentes regimes de produção da morte, tais como os desaparecimentos forçados e as “mortes naturais” nas prisões, a sistematicidade da tortura em diversos espaços e os modos administrativos e judiciais de produzir a legitimação da violência estatal. A composição entre formas reconhecidas como estatais ou legais de violência e formas vistas como paraestatais – grupos de extermínio e milícias de diversos tipo, em zonas rurais e urbanas – também merece atenção, o que coloca em questão o próprio modo de representar socialmente o que seja ou não a “violência estatal” e o próprio “Estado”.
Em sua trajetória, o Comitê vem atuando sobre estes e outros assuntos a partir dos seguintes eixos: a) a relação entre violência de Estado, desigualdade social e gestão de populações e territórios em termos historicamente estruturais e cotidianos; e b) a articulação e a solidariedade orgânica da Antropologia com movimentos sociais, grupos, coletivos, populações e indivíduos diretamente atingidos por tais formas de violência e/ou que buscam confrontá-las.
Coordenação:
Natália Bouças do Lago (UNIRIO)
Rachel Barros de Oliveira (Cidades/UERJ)
Roberto Cordoville Efrem de Lima Filho (UFPB/UFPE)
Integrantes:
Adriana de Resende Barreto Vianna (MN-UFRJ)
Fábio Araújo (Fiocruz/IFRJ)
Jania Perla Diógenes de Aquino (UFC)
Juliana de Farias Mello e Lima (UERJ)
Juliana Gonçalves Melo (UFRN)
Karina Biondi (UEMA)
Consultoria:
Evandro Cruz Silva (Unicamp)
Fábio Araújo (Fiocruz/IFRJ)
Vanessa Sander Serra e Meira (UFMG)
Em março de 2019, após a 31a Reunião Brasileira de Antropologia, na Universidade de Brasília, ocorrida em dezembro de 2018, nasceu este Comitê com o objetivo central de negritar a (re)existência da intelectualidade negra na Antropologia brasileira. Nossa atuação articula-se na centralidade da luta antirracista na Associação Brasileira de Antropologia, apoiada em uma prática científica e acadêmica diversa, plural, inclusiva e comprometida com a ética, defesa de grupos sociais, etnico-racialmente diferenciados e historicamente marginalizados, direitos humanos, democracia, educação pública e gratuita e pela autonomia do fazer ciência e das instituições científicas e acadêmicas. Este movimento busca, ao assessorar a ABA, ampliar o campo intelectual da Associação partindo da atuação de professoras/es, pesquisadoras/es, estudantes e profissionais negras/os presentes nas instituições de ensino superior, médio e fundamental, institutos federais e técnicos e demais organizações e instâncias que abrigam a expertise antropológica. Ainda, buscamos mediante parcerias acadêmico-científicas nacionais e internacionais, e na relação próxima com organizações da sociedade civil e movimentos sociais, o fortalecimento institucional da ABA e deste Comitê.
Coordenação: Gilson José Rodrigues Júnior (IFRN)
Vice-coordenação: Juliana Cintia Lima e Silva (MN/UFRJ)
Integrantes:
Antônia Gabriela Pereira de Araújo (UFRJ)
Carlos Benedito Rodrigues da Silva (UFMA)
Edilma do Nascimento Souza (UNIVASF/MIR)
João Batista de Jesus Felix (UFT)
Luciana de Oliveira Dias (UFG)
Maíra Samara de Lima Freire (MN/UFRJ)
Mauro Cordeiro de Oliveira Junior (UFRJ/CP2)
Mílton Ribeiro da Silva Filho (UEPA e UFPA)
Osmundo Pinho (UFRB)
Vera Regina Rodrigues da Silva (Unilab)
Comitê de Antropologia e Saúde
Coordenação Colegiada:
Cristina Dias da Silva (UFJF)
Laura Lowenkron (UERJ)
Mónica Lourdes Franch Gutiérrez (UFPB)
Rozeli Maria Porto (UFRN)
Integrantes:
Ana Cláudia Rodrigues da Silva (UFPE)
Camilo Braz (UFG)
Fátima Regina Gomes Tavares (UFBA)
Francisco Cleiton Vieira Silva do Rego (UFRN)
Jaqueline Teresinha Ferreira (UFRJ)
Kátia Lerner (Fiocruz/RJ)
Nádia Elisa Meinerz (UFAL)
Octavio Andrés Ramón Bonet (UFRJ)
Raquel Litterio de Bastos (EMCM/UFRN)
Rita de Cássia Maria Neves (UFRN)
Rosana Maria Nascimento Castro Silva (IMS/UERJ)
Waleska de Araújo Aureliano (UERJ)
Ximena Pamela Claudia Diaz Bermudez (UnB)
Consultoria:
Marcos Castro Carvalho (UFRGS)
Comitê de Antropóloges Indígenas
Coordenação: Felipe Tuxá (UFBA) – Povo Tuxá/BA
Integrantes:
Joziléia Daniza Jagso Inacio Jacodsen Schild (APIB) / Jozileia Kaingang – Povo Kaingang/SC
Luana da Silva Cardoso / Luana Kumaruara (UFOPA) – Povo Kumaruara/PA
Luiz Henrique Eloy Amado (APIB) – Povo Terena/MS
Kowawa Kapukaja Apurinã – Povo Apurinã/AM
Rosani de Fátima Fernandes / Rosani Kamury (UFRGS) – Povo Kaingang/SC
Rute Anacé – Povo Anacé/CE
Tonico Benites – Povo Guarani Kaiowá/MS
Consultoria:
Braulina Baniwa (APIB) – Povo Baniwa/AM
Eliene dos Santos Rodrigues / Putira Sacuena – Povo Baré/AM
Francisco de Moura Cândido / Ywmuniry – Povo Apurinã/AM
O Comitê de Ética em Pesquisa nas Ciências Humanas, ativo há mais de uma década, tem se dedicado à construção de uma governança científica democrática e igualitária para a ética na pesquisa antropológica, além de promover a ampliação desse debate entre suas associadas e associados. Sua criação se fundamenta principalmente na luta pela adequação do Sistema CEP/Conep às especificidades das Ciências Humanas. Nos últimos anos, o Comitê também tem buscado expandir essa discussão para além desse sistema, abordando os desafios e implicações éticas que atravessam o fazer da pesquisa em diferentes campos, com uma reflexão mais ampla sobre a ética na prática da pesquisa.
Coordenação colegiada:
Érica Quináglia Silva (UnB)
Fernando José Ciello (UFRR)
Hully Guedes Falcão (Fiocruz)
Rui Massato Harayama (Ufopa)
Integrantes:
Ana Lúcia Pastore Schritzmeyer (USP)
Caetano Kayuna Sordi Barbará Dias (UFSC)
Eriki Aleixo de Melo (Seed-RR e ABIA)
Juliana Gonçalves Melo (UFRN)
Luísa Valentini (UFBA)
Martinho Braga Batista e Silva (IMS)
Yersia Souza de Assis (UFRB)
Ana Mumbuca (UnB, Quilombo Jalapão)
Debora Silva (Movimento Mães de Maio)
Putira Sacuena (Sesai, Povo Baré/AM)
Comitê de Relações Internacionais – CRI
Coordenação: Omar Ribeiro Thomaz (UNICAMP)
Integrantes:
Bárbara Arisi (UFBA)
Fábio Mota (UFF)
Kelly Silva (UnB)
Leonardo Schiocchet (Academia de Ciência da Áustria)
Renato Monteiro Athias (UFPE)
Comitê Deficiência e Acessibilidade
Coordenação: Anahi Guedes de Mello (Anis – Instituto de Bioética)
Vice-coordenação: Valéria Aydos Rosário (UNIPAMPA)
Integrantes:
Anna Paula Vencato (UFMG)
Carolina Branco de Castro Ferreira (Unicamp)
Cíntia Liara Engel (UFG)
Eudenia Magalhães Barros (UFC)
Helena Moura Fietz (Louisiana State University)
Julian Simões Cruz de Oliveira (UFPR)
Leonardo Carbonieri Campoy (UPE – Mata Norte)
Marco Antônio Gavério (FIOCRUZ)
Mônica da Silva Araújo (UFPI)
Olga Maria Tavares de Souza (UFF)
Olivia von der Weid (UFF)
Pedro Lopes (USP)
Yeison Andres Rojas Ramirez (UFRRJ)
O Comitê de Estudos Africanos (CEA/ABA) foi proposto e criado no biênio 2017/2018. À época, o crescimento e a diversificação dos estudos e das pesquisas desenvolvidas em diferentes países do continente africano, somados à escassa valorização da temática em diversos fóruns acadêmicos e institucionais — além dos sucessivos cortes de recursos diante da reorientação das prioridades do governo federal de então — impulsionaram um grupo de pesquisadores a se mobilizar. O objetivo era refletir criticamente sobre o campo de estudos africanos, estimular e articular conexões acadêmicas por meio de acordos de cooperação internacional, formais ou informais, e atentar para a complexidade da política contemporânea em uma perspectiva comparada e internacional. A proposta do CEA/ABA, aprovada no final de 2017, já nascia atenta às dinâmicas políticas do continente africano e suas articulações globais, especialmente com países integrantes do BRICS. Desde então, o CEA/ABA tem contado com a participação alternada de diversos membros que, por meio de reuniões periódicas, vêm se engajando na organização de publicações, conferências, simpósios, mesas-redondas e grupos de trabalho em eventos nacionais e internacionais. As ações visam ampliar as redes científicas da antropologia brasileira, diversificar seus investigadores, bem como produzir e difundir conhecimentos africanistas e africanos.
Coordenação:
Denise Ferreira da Costa Cruz (Unilab)
Francisco Paolo Vieira Miguel (Unicamp)
Integrantes:
Aline Beatriz Miranda da Silva (IPHAN e UnB)
Andréa de Souza Lobo (UnB)
Denise Moraes Pimenta (Fiocruz/BA)
Gilson José Rodrigues Junior (UFPE)
Hippolyte Brice Sogbossi (UFS)
João de Regina Maris dos Santos e Cassalho (Unicamp)
Laura Moutinho (USP)
Luena Nascimento Nunes Pereira (UFRRJ)
Paulo Ricardo Muller (UFFS)
Renato Lyra (UFPE)
Sara Santos Morais (IPHAN)
Thais Henriques Tiriba (USP)
O Comitê de Gênero e Sexualidade formou-se a partir de assessorias construídas pela ABA desde meados dos anos 2000, como resposta a um cenário político em que cresciam a visibilidade e o reconhecimento das reivindicações colocadas pelos movimentos feministas e LGBTIQIAPN+. As ações do Comitê refletem o modo de atuação pública da própria Associação, tendo como missão acompanhar diferentes agendas relacionadas a seus temas de reflexão e se pronunciar fundamentadamente em momentos políticos cruciais.
Tal atuação se reconfigurou e intensificou a partir de meados dos anos 2010, com as investidas neoconservadoras contra os direitos e a visibilidade da sexualidade e das identificações e expressões de gênero como domínios centrais de reivindicação e exercício da cidadania. Nesse contexto, as práticas científicas na esfera pública na forma de pronunciamentos institucionais abrangeram, então, temas como direitos sociais, sexuais e reprodutivos, violências contra mulheres e pessoas LGBTQIAPN+, propostas legislativas que ameaçavam retrocessos no campo dos direitos humanos desses grupos, questões relativas à trabalho, inclusive sexual, e educação para a diversidade sexual e de gênero dentre outros.
Tais posicionamentos estão baseados em elaborações conceituais com lastro empírico acumulado de longa data e têm sido acompanhados por esforços – realizados por meio da organização de fóruns, GTs e seminários acadêmicos, da elaboração de balanços sobre a reflexão antropológica em temas de impacto público e da publicação dos seus resultados em livros e periódicos científicos – na direção do amadurecimento da reflexão sobre nossa própria prática científica e sobre os contextos políticos em que se produz.
Coordenação colegiada:
Anna Paula Vencato (UFMG)
Regina Facchini (Unicamp)
Vi Grunvald (UFRGS)
Integrantes:
Alinne de Lima Bonetti (UFSC)
Ana Paula da Silva (UFF)
Arthur Leonardo Costa Novo (UFRN)
Glauco Ferreira (UFG)
Guilherme Passamani (UFMS)
Heloisa Buarque de Almeida (USP)
Isadora Lins França (Unicamp)
Jacqueline Moraes Teixeira (USP)
Lia Zanotta Machado (UnB)
María Elvira Díaz Benítez (UFRJ)
Mariane da Silva Pisani (UFPI)
Michele Escoura Bueno (UFPA)
Milton Ribeiro da Silva Filho (UEPA)
Silvia Aguião (UFMA)
Thiago Barcelos Soliva (UFVJM)
Consultoria:
Brume Dezembro Iazzetti (Universidade Cornell/EUA)
Camila Fernandes (UERJ)
Paula Sandrine Machado (UFRGS)
Lux Ferreira Lima (UNICAMP)
Coordenação: Breno Trindade da Silva (CAIPC/IEPHA/MG)
Vice-Coordenação: Renata Curcio Valente (MN-UFRJ)
Integrantes:
Eleandra Raquel da Silva Koch (INCRA)
Francine Pereira Rebelo (IFG)
Guillermo Vega Sanabria (UFBA)
Luis Guilherme Resende de Assis (UnDF e MPU)
Consultoria:
Januária Pereira Mello (INCRA)
Julia Marques Dalla Costa (MDA)
Mariana Balen Fernandes (UFRB)
Coordenação: Sérgio Góes Telles Brissac (MPF/PGR)
Vice-coordenação: Antonio Hilario Aguilera Urquiza (UFMS)
Integrantes:
Alexandra Barbosa da Silva (UFPB)
Andrey Cordeiro Ferreira (UFRRJ)
Eliane Cantarino O’Dwyer (UFF e UFPA)
Fabio Mura (UFPB)
Felipe Kamaroski (CEPI/PR)
Jorge Eremites de Oliveira (UFPel)
Katiane Silva (UFPA)
Vinicius José Ribeiro da Fonseca Santos (UFMG)
O Comitê de Migrações e Deslocamento se dedica às questões relacionadas com o deslocamento de pessoas em cenários variados, desde remoções urbanas até as migrações internacionais, passando por deslocamentos pendulares e migrações internas. O comitê se dedica a debater, pensar e questionar políticas migratórias em geral e intervir politicamente em favor de populações excluídas por fenômenos relacionados aos deslocamentos contemporâneos.
Coordenação: Igor José de Renó Machado (UFSCar)
Integrantes:
Alexandre Branco Pereira (UNB)
Ana Elisa de Figueiredo Bersani (Fundação José Luiz Egydio Setubal)
Carla Susana Alem Abrantes(UNILAB)
Fabiane Vinente dos Santos (Fiocruz/AM)
Fernando Rabossi (UFRJ)
Handerson Joseph (UFRGS)
Iana dos Santos Vasconcelos (UFRR)
Sonia Cristina Hamid (IFB – MDHC)
Consultoria:
Iréri Ceja Cárdenas (Niem – UFRJ)
O Comitê Patrimônio e Museus tem como objetivo estimular reflexões e produções técnicas, científicas e artísticas sobre processos de reconhecimento, documentação e difusão de museus e patrimônios culturais. Concenta especial atenção nas relações entre a antropologia e processos partilhados de curadoria, construção do conhecimento e tensionamentos que permeiam a vida social de acervos e expressões culturais no mundo contemporâneo. Entre suas ações, cabe destacar a realização do Mapeamento de coleções etnográficas, desde 2018, e o prêmio Mário de Andrade para trabalhos inéditos produzidos na interface entre antropologia e patrimônios culturais.
Coordenação:
Daniel Roberto dos Reis Silva (CNFP/Iphan)
Geslline Giovana Braga (UFRN)
Integrantes:
Adriana Russi Tavares de Mello (UFF)
Álvaro Banducci Júnior (UFMS)
Antonio Carlos Motta de Lima (UFPE)
Bruno Goulart Machado Silva (UNILAB)
Francisco Reginaldo da Silva Santos (Unilab)
Glicéria Tupinambá (MN-UFRJ)
Hugo Menezes Neto (UFPE)
Izabela Maria Tamaso (UFG)
Joana Ramalho Ortigão Corrêa (UFRJ)
Jorge Eremites de Oliveira (UFPel)
Julie Antoinette Cavignac (UFRN)
Juliene Pereira dos Santos (UFOPA)
Lúcia Hussak Van Velthem (MPEG)
Luciana Gonçalves de Carvalho (UFOPA)
Manuel Ferreira Lima Filho (UFG)
Patrícia Silva Osório (UFMT)
Regina Maria do Rego Monteiro de Abreu (UNIRIO)
Renata de Sá Gonçalves (UFF)
Renato Monteiro Athias (UFPE)
Rubens Alves da Silva (UFMG)
Simone Pondé Vassallo (UFF)
Wilmara Aparecida Silva Figueiredo (UFPA)
O coletivo de antropólogas(os) que compõe o Comitê, e que se renova desde a sua criação, tem buscado contribuir na construção de uma antropologia crítica, politicamente situada e com incidência pública. O Comitê é constantemente chamado a tomar posição em situações sociais sensíveis e urgentes, o que requer uma abordagem de trabalho antropológico a partir das experiências etnográficas acumuladas por seus integrantes, bem como o estabelecimento de redes de colaboração. Para tanto, dialoga com interlocutoras e organizações dos povos e comunidades tradicionais, com pesquisadoras, agentes do Direito, antropólogas atuando no Estado e pessoas ligadas a movimentos sociais.
Coordenação:
Pedro Castelo Branco Silveira (Fundaj)
Voyner Ravena Cañete (UFPA)
Integrantes:
Aderval Costa Filho (UFMG)
Almires Martins Machado (UFPA)
Ana Flávia Moreira Santos (UFMG)
Andréa Zhouri (UFMG)
Deborah Bronz (UFF)
Felisa Cançado Anaya (Unimontes)
João Daniel Dorneles Ramos (UFPel)
Lucas Coelho Pereira (UFPB)
Marcos Zucareli (UFMG)
Reginaldo Cordeiro dos Santos Junior (UFOP)
Rumi Regina Kubo (UFRGS)
Sônia Magalhães (UFPA)
Stephen Grant Baines (UnB)
O Comitê Quilombos surgiu em 1994 e inicialmente era denominado
Grupo de Trabalho Terras de Quilombos, da Associação Brasileira de
Antropologia (ABA). Desde a sua criação o Comitê reúne antropólogas e
antropólogos com significativa produção etnográfica no campo da Antropologia,
sobretudo na produção de pesquisas em contextos de reconhecimento e
conflitos que envolvem quilombolas.
Neste sentido, o Comitê organiza publicações, seminários e encontros
científicos em torno da temática dos quilombos, congregando reflexões
conceituais, expertise da antropologia e o papel de antropólogos na
interlocução com diferentes campos, sobretudo no que trata do reconhecimento
dos territórios quilombolas.
A produção de peças técnicas, notas e manifestos de sensibilização da
sociedade civil e órgão públicos responsáveis por garantir os direitos territoriais
e culturais das comunidades quilombolas é também parte das ações
desenvolvidas pelo comitê quilombos ao longo dos anos.
Coordenação Colegiada:
Cynthia Carvalho Martins (UEMA)
Davi Pereira Junior (UT- Austin/UEMA)
Emmanuel de Almeida Farias Junior (UEMA)
Raquel Mombelli (UFPR)
Integrantes:
Aderval Costa Filho (UFMG)
Ana Paula Comin Carvalho (UFRB)
Arydimar Vasconcelos Gaioso (UEMA)
Carlos Alexandre Barboza Plínio dos Santos (UNB)
Cíntia Beatriz Muller (UFBA)
Juliane dos Santos (UFPA)
Maíra Samara de Lima Freire (UFSC)
Mariana Balen Fernandes (UFRB)
Osvaldo Martins de Oliveira (UFES)
Ricardo Cid Fernandes (UFPR)
Sandro José da Silva (UFES)
Sônia Regina Lourenço (UFMT)
Consultoria:
Alfredo Wagner Berno de Almeida (PNCSA-UEA/UFAM)
Eliane Cantarino O’dwyer (UFF)
Rosa Elizabeth Acevedo Marin (UFPA)
